quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Viagem de Intercambio #02 – O Primeiro Dia de Aula

Olá Galerinha,

               Dando prosseguimento a série sobre viagem de intercambio, gostaria de falar um pouco sobre o temido (para alguns pelo menos) primeiro dia de aula.
               Quando cheguei até a escola (já tinha vindo até a porta da escola no sábado anterior para aprender onde ficava o local e ver as dificuldades de chegar) ainda era cedo, pois eles tinham agendado a recepção dos novos alunos para as 8:30 e eu, com o meu peculiar medo de atrasar e de ocorrer imprevistos, cheguei as 7:50. Resultado: fiquei esperando no lobby do prédio, pois o elevador que acessava o escritório do curso (eles ocupam dois andares de um prédio na 124, Eglinton Street), onde deveria apresentar-me, somente liberava o acesso a partir da hora agendada.
               Quando finalmente fui “liberado” subir (nesta altura do campeonato já tinha feito amizade com alguns alunos que estavam na mesma situação que eu) fui conduzido até uma sala onde foram chegando mais outros ansiosos alunos.
               Houve uma pequena apresentação do responsável por esta unidade da EC e em seguida deu-se início aos testes de nivelamento.
               Primeiro foram duas questões e uma redação de no mínimo 60 palavras sobre quatro opções de tema dado por eles com um tempo máximo de 30 minutos para resolver tudo. A primeira questão era um texto longo em que eram dadas 4 frases que deveriam completar o texto em determinados pontos sem que este perdesse o contexto. A segunda questão eram várias questões de múltiplas escolhas sobre a compreensão do texto. E por fim a redação. Não tive grandes dificuldades nesta parte.
O segundo teste foram mais duas questões com avaliação de gramática. Cada questão de múltipla escolha onde deveria completar as frases com palavras ou expressões. Eram muitos itens e o tempo foi de 10 minutos. Achei o tempo curto para a quantidade de itens. Devia ter um total de uns 40 itens.
O terceiro teste foi o mais cruel na minha opinião. Duas questões de completar, porém sem opções. Na primeira questão ouvimos uma reportagem e foi entregue um texto que continha partes da reportagem que deveríamos completar com palavras ou frases escutadas. O problema era que não tinha todo o texto ouvido, somente parte dele, daí quando você se perdia, era complicado voltar para o lugar certo. Foi punk. Na segunda questão tínhamos que ouvir três pessoas falando sobre a visão delas sobre determinada situação (a mesma para os três casos) e deveríamos, a partir do relato, identificarmos a profissão delas. Pense......
Quando pensávamos que havia acabado, uma professora dividiu a turma em grupos, separando os de mesma nacionalidade (o que pareceu uma coisa difícil de fazer já que mais da metade da turma era de brasileiros), e pediu que conversássemos nos apresentando e falando um pouco sobre onde vivemos. Desta forma, ela circulou na sala tentando identificar alguns possíveis problemas na conversação, pontos estes que foram expostos após o término da conversa.
Em seguida, foi nos apresentado as regras do curso, como ele funciona, e as atividades extra curriculares.
Depois, do intervalo para o almoço, foi dado nossa tabela de horário baseado no nível que fomos avaliados. Fiquei no nível intermediário (era o que esperava). Fiquei bastante satisfeito. Isto equivale que entrei na mesma sala dos alunos que estavam na metade do curso. Depois deste nível, somente o avançado.

Então é isso e até breve.

Viagem de Intercambio #01 – O Inicio

Olá Galerinha,
               
               Estou iniciando uma série especial sobre viagem de intercambio para curso de línguas – no caso inglês.
               Durante as minhas viagens de lazer, sempre vinha um desejo de explorar um pouco mais o lugar. Não no sentido de passeios somente, mas da experiência de “viver” o local, de presenciar como é o dia-dia das pessoas que vivem ali, etc. (acho que é o pensamento de muitos os viajantes).
               Aliado a isto, por que não tirar o máximo do lugar visitado e agregar conhecimento, não só cultural, mas prático – como a língua, por exemplo?
               Então resolvi fazer um intercâmbio de inglês em que eu pudesse transmitir as experiências de uma pessoa mais madura sobre esta atividade que parece, à primeira vista, bem adolescente.
Entendo que para muitos pode ser desafiador, mas para os mais novos, acredito que também o é (a diferença é que eles não têm medo de enfrentar ou de errar).
               A ideia é transmitir aqui um pouco do que estou vivendo, dos “micos”, dos acertos, das dicas e tudo que for acontecendo. Acoplado ao blog, estou gravando vídeos com as coisas mais interessantes e que ficam melhor de ser mostrado através deste recurso, e será postado no canal do Youtube (Viagem, Tecnologia e Outras)
               O intercambio é em Toronto no Canadá e tem duração de 4 semanas.
               Se você tem interesse em fazer este tipo de viagem, seja por qual for o motivo, tentarei trazer o maior número de informações possíveis para que sua estada seja a mais tranquila e que você possa evitar (ou não) as garfes que cometi.
               Relatarei, neste primeiro post, todos os passos que realizei até chegar aqui.
              
               Primeiro Passo: Escolha do Lugar
               Pesquisei bastante onde ir. Estava entre três opções: Estados Unidos, Inglaterra e Canadá.
               Escolhi o Canadá porque era mais barato que a Inglaterra (apesar de gostar bastante deste país) e seria uma oportunidade de conhecer um novo lugar, já que vou aos Estados Unidos de forma mais periódica.
               A opção por Toronto foi baseada em vários blogs e vlogs espalhados pela internet e, no meu caso, especificamente, por dois vlogs do Youtube que aconselho fortemente a visualização caso queira conhecer as curiosidades de Toronto e da vida de um estrangeiro neste local.
               O primeiro foi uma série especial do canal Vicio Feminino intitulada #viciodeferias onde um jovem casal de nordestinos de João Pessoa relata um intercâmbio de 1 ano em Toronto. Este casal não está mais em Toronto, porém serviu de pesquisa na época.
               O segundo canal é um relato do cotidiano de um casal do sul do Brasil que veio para Toronto trazendo a figura principal do canal, o Sr. Chewbacca – um cachorrinho que é uma figura (Chewbacca no Canada). Neste canal, eles relatam fatos curiosos da experiência deles de imigrantes, sobre a adaptação ao local, etc.
               
            Segundo Passo: Escolha do Curso
Pesquisei bastante sobre os cursos de línguas e vi que é possível fazer a inscrição, matricula e até o pagamento dos cursos através do Brasil sem ter que passar por agentes de viagem, o que pode tornar o custo do curso, no caso de 4 semanas, em torno de 15% mais barato, porém temos que lembrar que isto, em muitos casos, pode acarretar em um pagamento adiantado, sem parcelamento e com inserção de impostos como IOF, sem falar na possibilidade de cair em um golpe dentre os muitos possíveis (que, por incrível que possa parecer, também acontece aqui).
Sendo assim resolvi não arriscar em cursos menos conhecidos por nós brasileiros e muito menos em situações que pudessem me deixar vulnerável.
Fui até uma agencia de intercambio em Fortaleza (CI Fortaleza), não antes sem pesquisar na internet as diversas opções de curso, e contratei com um desconto razoável e ainda parcelado no cartão de credito.
O curso escolhido foi o English for Work 30+ (voltado para pessoas de mais de 30 anos) da escola EC Toronto com duração de 4 semanas com 30 lições por semana (praticamente de segunda a sexta de 8:30 as 17:30), onde durante dois terços do tempo tenho aula de vocabulário, leitura, escrita e conversação e no restante, aulas voltadas para o relacionamento com o trabalho, onde é abordado situações como apresentação de projetos em inglês, negociações, conversas ao telefone, etc.

Terceiro Passo: Escolha do Local onde “morar”
Basicamente verifiquei duas opções: ficar em Home Stay (casa de pessoas locais que acolhem os estudantes por um período) ou alugar um local.
A primeira opção é bem mais barata (para um mês, por volta de 50% mais barato que o aluguel de um apartamento, por exemplo), porém fiquei receoso quanto onde iria ficar (sem falar que estou ficando chato com este tipo de coisa), se as pessoas seriam interessantes, se eu iria ficar menos a vontade, este tipo de coisa que começamos a pensar quando vamos ficando mais velhos. Apesar de vários relatos de pessoas do curso que fizeram esta opção e não se arrependem por terem a experiência de conviver com os moradores de Toronto e ter novos relacionamento com estes.
A segunda opção, apesar de mais cara (não tão mais cara se levar em consideração que paguei em um apart hotel todo equipado para o período de 30 dias, o que se paga por 8 noites em New York) me pareceu a mais cômoda e que poderia me trazer mais experiência de vivenciar o lugar.
Então deixo para você a decisão se é melhor ou não ficar em Home Stay ou se é melhor alugar um apartamento (normalmente a própria escola tem a opção de apartamentos caso a pessoa não queira ficar em casa de família).
O apartamento que aluguel tem:
- uma cozinha equipada com fogão, micro-ondas, máquina de lavar louças, geladeira, equipamentos em geral (torradeira, cafeteira elétrica, liquidificador, etc.), utensílios gerais (talheres, pratos, copos, panelas, etc.);
- uma área de serviço equipado com máquina de lavar roupa e secadora;
- um banheiro;
- uma sala com sofá cama e duas poltronas;
- um quarto com cama de casal com closet;
- tv a cabo (televisão na sala e outra no quarto) e internet exclusiva do apartamento;
- sistema de ar condicionado (aquecimento e refrigeração) com controle individual no apartamento, umidificador e ventilador;
- telefone fixo;
- conjunto de toalhas, lençóis, edredons, panos de prato, etc.
Coloquei no canal do YouTube um vídeo onde mostro o apartamento alugado. Olhem lá.
O aluguel foi feito através do site Alugue Temporada, onde vi que os comentários sobre o lugar eram formidáveis. Neste site pode-se alugar casas, apartamentos, quartos e basemants (porões, que são bem comuns por aqui) em vários lugares do mundo.
A partir deste site, entrei em contato com o proprietário via email por onde ocorreu a negociação (praticamente a forma de pagamento, pois os valores já estavam definidos no site, apesar de que ele me deu um desconto, acho que seria o que ele pagaria de comissão ao site). O meu contato foi com o Leo (lreinsoo@rogers.com ) que foi super gentil, respondendo rapidamente minhas dúvidas.
Ao chegar no apartamento, logo percebi um bilhete do proprietário acolhendo-me e desejando uma ótima estadia. Isto foi reforçado por uma ligação à noite pelo mesmo, perguntando como tinha sido a viagem e coisas deste tipo. Muito legal!!!! Detalhe: as chaves estavam com o concierge na portaria em um envelope identificado com meu nome.
O condomínio fica em uma região maravilhosa, bem no centro de Toronto (Downtown), próximo ao Eaton Centre, um dos maiores shoppings fechados de Toronto e que está ladeado por duas estações de metrô (Dundas e Queen) da Linha Amarela (corta Toronto praticamente de Norte a Sul). A região é cheia de restaurantes e ainda tem a Dundas Square que a noite ferve (é considerada a Times Square de Toronto).
Tem vídeo sobre a região também.

Quarto Passo: Escolha do Periodo
Janeiro é um período bem frio em Toronto, mas para mim, por conta do trabalho, ficava mais fácil viajar o mês todo.
As estações são bem definidas no Canadá, então vale verificar os sites sobre as facilidades e dificuldades peculiares de cada temporada. Pesquisem.


Então é isso e depois falo um pouco mais sobre o curso e o temido primeiro dia!!!!

domingo, 21 de dezembro de 2014

Dica de Roteiro: Orlando

Olá Galera do Bem,

De início, gostaria de desculpar-me por não escrever há algum tempo. Este ano foi cruel com relação ao gerenciamento de tempo (e o próximo promete mais!!!).

O ano de 2015 promete ser de muitas surpresas para este singelo blog. Novidades virão!!!! E as primeiras não tardarão de chegar. Aguarde.

Voltando a escrever sobre viagem, gostaria de mostrar um roteiro para Orlando. Não terá grandes novidades, mas sempre vale a experiência da vivencia deste “guia”, já que tudo postado, foi vivido por mim e/ou por amigos indicados por mim.

Alguns esclarecimentos:

- nesta viagem, chegamos por Miami e fomos de carro até Orlando;
- tivemos que pernoitar em Miami, na chegada e na saída, devido os horários dos voos;
- voltamos um dia antes da viagem para aproveitarmos um pouco (um pouco mesmo) de Miami.

Então vamos lá:

1º. DIA

- Ainda no aeroporto de Miami, pegamos o carro que havíamos alugado com antecedência ainda no Brasil e fomos para o hotel;

- Normalmente utilizo a Budget para o aluguel dos carros. Nem sempre é a mais barata, mas já estou acostumado com ela e fica mais fácil (já conheço as “pegadinhas” da locadora e consigo desvencilhar-me mais facilmente);

- Algumas pessoas alugam o carro diretamente no aeroporto. Já vi casos de sair mais barato e de sair mais caro. Nos casos que saíram mais barato, achei que a compensação de valores não vale o “stress” da dúvida, sem falar que fazendo no Brasil há a possibilidade de parcelamento deste aluguel o que pode facilitar as finanças de alguns;

- Se você chegar por Orlando, aconselho também a pegar um carro, pois isso facilitará muito seu deslocamento pela cidade;

- o Hotel que escolhemos foi o Red Roof Inn que fica próximo ao aeroporto;

- este hotel é bem prático e não tem grandes atrativos, mas serve para pernoites;

- apesar de ser um hotel simples, tem quartos bastante espaçosos e agradáveis.

3,5 km de distancia entre o aeroporto e o Red Roof Hotel


Quarto do Red Roof Hotel


DETALHES:

Budget Car Rental
Miami International Airport
Endereço: 3900 NW 25th St, Ste 403, Miami, FL, 33142, Estados Unidos
Telefone: 305-876-1820
Funcionamento: Domingo a Sábado aberto 24 horas.

Red Roof Inn
Endereço: 3401 Le Jeune Rd, Miami, FL 33142, Estados Unidos
Telefone:+1 305-871-4221

2º. DIA

- Pegar a estrada par Orlando;

- A viagem dura umas 4 horas, incluindo parada em uma Plaza;

- Os Plazas são paradas no meio da estrada, a cada 40 milhas, onde podemos encontrar restaurantes para lanche/almoço, lojinhas de souvenir, banheiros, postos de combustíveis, etc.;

- Lembre-se de manter a velocidade estabelecida na estrada e de obedecer a sinalização. Existem policiais espalhados na estrada e, vez por outra, nos deparamos com um carro parado pela Polícia;

- Ao chegar em Orando, costumo ir direto para o hotel para check inn ou, pelo menos, despachar as bagagens (de uma forma geral os hotéis guardam sua bagagem se você não puder fazer o check inn ainda);

- Gosto bastante do Rosen Inn da International Drive 6327. Fica mais no centro da zona turística e dá para fazer muita coisa a pé, se for preciso. Eles têm café da manhã bem servidos e vendidos a parte (por volta de US$ 10,00 por pessoa e comida a vontade) e tem jantar tipo buffet com direito a sobremesa inclusa;

- Acho que vale já dá uma saidinha para compras. Gosto de ir logo na Ross (loja de roupas e acessórios) que vende roupas com preços abaixo dos outlets (sim, é possível);


- Na volta para o hotel aconselho ir a um restaurante para um bom jantar (no final do post indico alguns restaurantes que valem muito a pena).

Quarto do Rosen Inn Hotel

Restaurante do Rosen Inn - café da manhã que vale a pena!!!


DETALHES:

Rosen Inn Hotel
Endereço: 6327 International Dr, Orlando, FL 32819, Estados Unidos
Telefone:+1 407-996-4444

ROSS DRESS FOR LESS
Endereço: 1736 Sand Lake Rd, Orlando, FL 32809, Estados Unidos
Telefone:+1 407-816-1246
Horário: Segunda a Sábado -  09:30-21:30 e Domingo 10:00-21:00

3º. DIA

- Como todo e bom turista brasileiro nos Estados Unidos, um dia no outlet deve ser programado;

- Então tomar café e ir ao Orlando Premium Outlets;

- Passar o dia por lá para aproveitarmos o máximo possível.

- Lá tem praças de alimentação com restaurantes bons onde podemos almoçar e jantar.

DETALHES:

Orlando Premium Outlets - International Dr
Endereço: 4951 International Dr, Orlando, FL 32819, Estados Unidos
Telefone:+1 407-352-9600
Horário:  Segunda a Sábado - 10:00–23:00 e Domingo - 10:00–21:00

4º. DIA

- Falar de Orlando e não mencionar os parques é quase impossível;

- Acho que a visita fale a pena, inclusive como ponto turístico (pelo menos o Magic Kingdom);

- Se você for com criança, diria até que é obrigatório e se for com adolescente, inclua pelo menos dois parques na programação;

- Então acordar cedo, tomar café e ir ao Magic Kingdom, parque temático da Disney

- É um parque tradicional, sendo o primeiro dos 4 parques temáticos de Walt Disney World em Orlando;

- Aconselho comprar as entradas com antecedência para não perder tempo ficando em fila de ingresso;

- Sugiro o Orlando Tickets ela fica na International Drive. Esta loja é de um brasileiro e você poderá pegar dicas por lá e até comprar ingressos para jogos de basquetes, futebol, etc.;

- Na entrada do parque pegar um mapa e o guia de horários (Time Guide).
DICAS (Dicas colhidas no site: http://www.vaipradisney.com/blog/roteiro-magic-kingdom/ e adaptada por mim. Vale o acesso ao site para dicas preciosas)

- Percorrer o parque no sentido anti-horário Assim como em outros parques, a massa de turistas sempre percorre os mapas no sentido horário. Em outras palavras, se começarmos o parque pelo nosso lado direito de quem olha para a frente do castelo da Cinderela e percorre-lo no sentido anti-horário, nossas chances de pegar filas pequenas são bem maiores. A ordem das regiões para percorrer no sentido anti-horário: Tomorrowland > Fantasyland > Liberty Square > Frontierland > Adventureland.

- Usar o Time Guide para programar o dia no Magic Kingdom, pois ele é um parque grande, com muitas atrações que misturam shows e brinquedos ("rides"), além das performances externas como as paradas, apresentações no castelo e o show de fogos “Wishes”. Devemos compor bem o dia para não ficar o tempo todo em filas enquanto perdemos as inúmeras atividades acontecendo pelo parque. Ele é encontrado na entrada do parque e em todas as caixas registradoras de lojas e pontos de comida.

- Vi várias recomendações sobre a chegada no Magic Kingdom e sempre havia a recomendação de chegar uns 20 minutos antes da abertura do parque, para ver o show de abertura nas catracas. Dizem que é um show legal com a presença dos principais personagens. Em geral, as primeiras 2 horas do parque (das 9 as 11 da manhã) são bem tranquilas e quase que dá para percorrer as principais atrações sem nenhuma fila.

DETALHES:

Orlando Tickets
Endereço:       5858 International Drive, Orlando FL 32819
E-Mail:            reservas@orlandoticketsonline.com.br
MSN:  mcoservices@hotmail.com
Skype: orlando_tickets_online
Facebook:       www.facebook.com/orlandoticketsonline
Twitter:           twitter.com/Ronaldo_Esteves
Telefone:         (407) 248-3090
Telefone após horário comercial:       (407) 948-2040

5º. DIA

- Pegar o carro e ir ao Kennedy Space Center;

- Fica localizado em Cape Canaveral e é uma instalação da Nasa de onde, ainda hoje, são lançados foguetes tripulados ou não;

- Dá para fazer um bate e volta a partir de Orlando;

- O passe mais simples para visitar o complexo principal do Kennedy Space Center custa: US$ 43,00 adultos e US$ 33,00 crianças de 3 a 11 anos (estes valores sem taxas);

- Vale a pena para fugir do tradicional de Orlando;

- Neste parque podemos ver os foguetes das principais missões espaciais americanas e até entrar em alguns modelos expostos;

- Tem um simulador de lançamento de foguete que é muito divertido, sem falar no passeio pelas instalações da Nasa.

DETALHES:

Kennedy Space Center
Website: http://www.kennedyspacecenter.com
Endereço: SR 405, Kennedy Space Center, FL, 32899
Telefone: (866) 737-5235
Horário de Funcionamento: 9 as 18 horas.

6º. DIA

- Vale a pena uma passada em Downtown Disney, que é dividida em 3 sub-áreas: MarketPlace, Pleasure Island e West Side;

MarketPlace: área de comprinhas com diversas lojas, inclusive a maior loja da Disney do Mundo. Dentro da loja World of Disney existe uma boutique chamada Bibbidi Bobbidi Boutique, onde as menininhas podem se transformar em verdadeiras princesas, com direito a fazer o cabelo, as unhas, maquiagem e até mesmo uma fantasia completa!

Pleasure Island: oferece lojas e restaurantes, além de bares e casas noturnas, onde fica o Planet HollyWood.

West Side: onde ficam o Cirque du Soleil com o espetáculo exclusivo La Nouba, a Disney Quest, cinema, lojas, e mais restaurantes. O espetáculo La Nouba foi produzido especialmente para a Disney e você não o verá em cartaz em nenhum outro lugar do mundo! (Dicas retiradas do site: http://waltdisneyorlando.com.br e editadas por mim)

Dicas de Restaurantes em Orlando
Olive Garden - Lake Buena Vista
Endereço: 12361 State Road 535,
Orlando, FL,  32836
(407) 239-6708

Bubba Gump
Endereço: Universal Orlando Resort, 6000 Universal Boulevard #735, Orlando, FL 32819, Estados Unidos
Telefone:+1 407-903-0044
Horário: Segunda a domingo 10:30 – 00:00

sábado, 19 de abril de 2014

Roteiro de 3 dias completos em Paris

Olá Galera do Bem,

Iniciando as postagens sobre Viagens (tinha muita gente cobrando) gostaria de mencionar um roteiro de 3 dias completos que fizemos, eu e minha esposa, em Paris.

Este roteiro já foi utilizado por vários amigos que pediram sugestões e o resultado foi sempre muito bom. Ou seja, este roteiro já foi testado por algumas pessoas.

Lógico que ele imprime o “nosso jeito” de viajar, o que não quer dizer que irá atender a todos os gostos e expectativas as sempre serve de parâmetro.

Primeiramente alguns pontos que devem ser levados em consideração:

- Não sou profundo conhecedor, e até admirador, de Paris (o que não quer dizer que não goste – deixando claro);
- Em nossas viagens sempre priorizamos longos trechos de caminhadas com o objetivo de “vivenciarmos” a cidade e, na medida do possível, conhecermos os “lugarzinhos” escondidos ou fora do foco dos turistas;
- Se não gostar destas caminhadas, sugiro comprar o passe, de um dia ou mais, dos ônibus turísticos em que você pode subir e descer, infinitas vezes dentro do período de validade de sua passagem, e que passam na maioria dos pontos mencionados aqui. (http://www.pariscityvision.com/pt/paris-l-open-tour)
- Não viajamos com muito dinheiro, ou seja, tentamos economizar ao máximo sem perdermos o sentido da viagem. Isto quer dizer que: evitamos o supérfluo, mas não deixamos de comer em um restaurante melhor se isto fizer parte do contexto da viagem, por exemplo.

Então vamos lá:

1º. DIA

- Ir ao Hotel des Invalides (onde está o túmulo do Napoleão);

DETALHES:

- Hotel des Invalides é um enorme monumento cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos;

Hotel des Invalides

- É também o local do sepultamento de grandes militares e colaboradores do exército francês;

- Nele podemos visitar o Musée de l’ Armée (Museu das Forças Armadas), mais conhecido como Museu des Invalides;

Portão principal

 
Pátio interno
- Neste museu podemos ver os armamentos épicos dos grandes exércitos de várias épocas, como armaduras de reis, de soldados e de cavalos, espadas, armas de fogo, de diversos países;

Armas de fogo

Armaduras infantis

Armadura de cavalos

- Vale a procura pelo famoso “cavalo branco de Napoleão” empalhado (não vou colocar as fotos para a procura ficar mais interessante);

- Destaque para as alas da Primeira e Segunda Grande Guerra;

Armamento Primeira Grande Guerra


Tanque Segunda Grande Guerra

Utensílios Segunda Grande Guerra

- Tem o túmulo de Napoleão, que fica abrigado por um lindo domo pintado.


Domo tumulo de Napoleão


Tumulo de Napoleão

Aberto todos os dias.
De 01 de abril a 31 de outubro: de 10h às 18h
De 01 de novembro a 31 de março: das 10h às 17h
Endereço: Avenue de Tourville

- Pela margem do Sena, seguimos até a Place de La Concorde (fica no início da Avenida dos Campos Elísios e é a segunda maior praça da França);

- Atravessamos o Jardin des Tuileries (comer crepe por que nesta altura do campeonato a fome deve estar batendo a porta!!!);
Jardin des Tuileries

- Chegamos à Pirâmide do Louvre (ver por fora e aproveitar para tirar bastante fotos - entramos no segundo dia);

Pirâmide do Louvre

- Seguimos até a Place Vendome, veremos o hotel Ritz (aquele de onde a Princesa Diana partiu para sua última viagem) e a casa onde morou Chopin (do lado oposto ao Ritz);

- Prosseguimos até Igreja La Madeleine;

Igreja La Madeleine

Altar principal

“Entre o início da construção e a sua consagração chegou a ser cogitado a sua transformação em banco, bolsa de valores ou teatro. A sua arquitetura é inspirada num templo grego. A igreja em homenagem a Santa Maria Madalena, possui um interior ricamente decorado com belas esculturas douradas e de mármore rosado” – fonte: http://umpouquinhodecadalugar.com/

Aberto diariamente de 9:30 as 19:00
Endereço: Place de la Madeleine, 75008

- Voltamos para a Place de la Concorde e seguimos até o Arco do Triunfo a pé pela Champs Elysees.

Champs Elysees

Arc de Triomphe


- Jantar no Le Procope (restaurante mais antigo de Paris e dos mais antigos do mundo): rue de L’ancienne Comedie, 13 – Estação Metrô Odeon – www.procope.com (tem como reservar pela internet).

Trecho: aproximadamente 8km



2º. DIA

- Vamos ao Louvre (http://www.louvre.fr/)
- Sugiro os seguintes pontos:
  • VENUS DE MILO
  • MONALISA

  • BODAS DE CANÁ(em frente à Monalisa e a minha favorita)


  • ASAS DA VITÓRIA

  • O BEIJO
- De lá vamos a Opera e Galeria Lafayette a pé.
- Pegar o metrô e seguir para Moulin Rouge (só fotos) e Sacre Coeur (ver a feira dos artistas).
- À noite, ir ao Lido (tentar comprar o bilhete incluindo o transfer do hotel e passeio Paris iluminada em lojinhas de turismo que você vê pela rua – especialmente próximo ao Louvre – Rue de Rivoli principalmente).

3º. DIA

- Ir a Igreja de Notre Dame
- Hotel de Ville (Prefeitura) 
- Centro de Exposições George Pompidou
- Torre Eiffel (3º. Etage – comprar pela internet pois a fila é menor - http://www.tour-eiffel.fr/)
- Passeio de barco no Sena
- Jantar no Quartier Latin (sugiro o Restaurante Le Mouff’tot Mouf’tard que fica na Rue Mouffetard, 71 -http://www.moufftot-moufftard.com/accueil.html - peça o menu que inclui entrada + prato principal + sobremesa e o vinho da casa - vin de La Maison –  é de boa qualidade - e Carrafe d’eau - garrafa d´água da torneira – é de graça e é boa).

Dica para quem não quer gastar com taxi para o aeroporto:

Pegar o ônibus nas proximidades da Gare Montparnasse Informe-se antes se o ônibus vai para Orly e comunique q vai para Orly Oeste ou Sul (tem q ver no bilhete aéreo qual é o terminal correto).

sábado, 22 de março de 2014

O desafio do Crossfit

Olá Galera do Bem,
Eu sempre fui um “sedentário sortudo”.
O que isso significa? Vou explicar:
- não praticava exercícios;
- tinha um controle de peso razoável (comia qualquer coisa sem grande ganho de peso);
- tinha uma vida relativamente saudável (não adoecia com frequência e nunca tive uma doença grave).
Porém o tempo começou a cobrar todos estes abusos, apesar de nunca ter fumado e raramente fazer uso de bebidas alcoólicas. Pois é, comecei a ganhar uma quantidade razoável de peso em um curto intervalo de tempo e, quando cheguei perto dos três dígitos (estava com 98 kg, medindo 1,80 m), fiquei assustado.
Resolvi procurar uma atividade física e comecei (na verdade eu e minha esposa) a praticar corrida de rua, lógico que sempre bem assessorado por profissionais (e aqui agradeço imensamente a todos da Sirius Assessoria Esportiva).
Com aproximadamente um ano de corrida e excelentes resultados, tanto no controle de peso quanto na vida saudável, senti a necessidade de fortalecimento dos músculos para que a corrida não trouxesse lesões.
Foi aí que fui apresentado ao CROSSFIT.
Mas o que é esta atividade física? Explico.
O Crossfit começou a ser formulado por Greg Glassman que, a partir de 2000, começou a divulgar o método e seus treinos na internet e, assim, seu programa de exercícios virou moda não somente nas academias, mas entre a polícia especial americana (SWAT) e entre os militares que acabaram adotando esta prática na formação de seus soldados.
O treinamento tem foco na melhoria da saúde e da qualidade de vida do atleta onde os exercícios funcionais são praticados com alta intensidade.
Normalmente as aulas são em grupo e o participante é desafiado a melhorar a cada treino onde o nível de motivação é bastante incentivado.
O treino visa preparar o atleta a se desenvolver de forma global e equilibrada, já que torna o praticante apto nas habilidades físicas básicas: resistência cardiovascular, muscular, força, flexibilidade, potência, velocidade, coordenação, agilidade, equilíbrio e precisão.
O treino tem duração média de 1 hora e é divido em três partes: Aquecimento, Técnica e o “Work Out of the Day” ou WOD (este último é conhecido também como WÓDIO, kkkk).
No aquecimento são executados exercícios que tendem a preparar o corpo para as outras partes do treino. Na técnica são ensinadas e colocadas em prática as formas corretas de um ou mais exercício. Já no WOD, um conjunto de exercícios são realizados com alta intensidade e tem como objetivo, avaliar o desempenho do atleta, onde são registrados ou o tempo de execução deste conjunto de exercícios ou a quantidade de repetições em um intervalo de tempo.
O grande atrativo, na minha opinião, desta prática esportiva é que o treino não se repete, ou seja, aquela relativa monotonia das academias não se aplica no Crossfit, além da grande motivação em superar limites sem exageros.
O esporte pode ser praticado por qualquer idade, independente do condicionamento físico, e os exercícios são os mesmos para todos, porém podem ser adaptados a condição do atleta.
Este é o meu novo desafio!!!!

Segue um vídeo produzido pelo amigo Eduardo Abreu em parceria com o Box (é assim que são chamadas as “academias” desta atividade) Crossfit Cangaço dos coachs Thiago Pressão e Pedro Gomes.